Agostinho Santos: “Considero-me um homem de causas”

“Não podemos cruzar os braços e produzir objetos apenas para condizerem com os cortinados ou a cor dos sofás da casa. A arte é, e deve ser, interventiva e o criador não pode, nem deve, repito, meter a cabeça na areia como se nada de mal estivesse a acontecer à nossa volta.” A afirmação é … Continue reading Agostinho Santos: “Considero-me um homem de causas”